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Poesias e Menságens


 

Sutilmente... a verdade

Não podemos simplismente  abraçar alguém enquanto estiver triste,

Enquanto estar sempre sempre triste...

Tristeza contamina,

Sufoca a alegia,

Devora o  bom humor;

Tira a esperança de fazer feliz um ser;

Modifica todas as  boas intenções;

Esfria o desejo,

Sufoca os beijos,

E devora o amor;

Não podemos  simplismente abraçar alguém  enquanto estiver triste;

Há pessoas que ficam tristes o tempo tempo;

Se deixam tristes o tempo todo;

Não vêem a vida passando;

Não lembram  dos melhores momentos;

Não se vêem como livres:

Não praticam  a liberdade emocional;

Mesmo livres escolhem continuar  presos  no cárcere da emoção;

Não se colocam como donos de si;

Não se comportam como seres  adultos;

Não se impôem  diante das tristezas e aborrecimentos;

Não resolvem um problema de cada vez;

Não deixam os problemas no seu devido lugar,

Acumulam dores e decepções,

Absorvem o que os falsos amigos dizem de mal, com a falsa  intenção de fazer o bem;

Não refletem no que É

 E vivem  pensando no que foi ou na que será

E assim perdem  a oportunidade de viver o instante presente com intensidade

E garantir um futuro intenso;

Não se dão  conta que Deus  agi em nossa vida o tempo todo;

Não percebem que as perdas são necessárias para se ter novos ganhos;

E que assim como perdemos nossos cabelos para ganharmos experiências;

Assim também perdemos nosssas  amarras para termos a verdadeira liberdade;

Assim como criamos rugas adquirimos novas experiências;

Assim também enfrentamos muitas tristezas para ganharmos a felicidade.

Não podemos sultilmente nos afastar de alguém  quando estiver louco.

 Tem gente  está sempre lúcida  demais , naõ comente nenhuma loucura;

Não se deixa enlouquecer pela paixão que lhe é dada;

Não se deixa envolver pela vida louca que os espera;

Não percebeu que começar de novo dar trabalho,

Mas compensa, renova, purifica e fortalece.

Não podemos sutilmente disfarçar enquanto alguém estiver bobo;

Pois não há disfarce para o encontamento;

Nem fingimento suficiente que disfarce a verdade e cinceridade dos  sentimentos;

Espero que o mundo não acabe, enfim, com tudo que tenhos em nós

 Nem que leve os sonhos sem antes serem realizados;

Nem que mate as esperanças de dias melhores;

E que as alegrias superem as tristezas

Para quando alguém estiver fogo

Possamos suavimente nos  encaixar...

No  corpo, na vida e especialmente no  coração

De quem provavelmente nos completará

E seguirá conosco em busca de superação dos nossos próprios medos

E realização dos nossos mais surpriendentes e intensos DESEJOS e SONHOS.

                                                           S.E.A 25/09/2009



Escrito por silvanaelizabete às 11h08
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Sutilmente

Skank

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti (x2)

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti (x4)




Escrito por silvanaelizabete às 10h17
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          Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade.
A sensação é de que estamos pendurados no ar sem nada pra nos sustentar ou segurar.
No meio da tempestade, páre, pense e acredite que "nosso Pai é o piloto".
Apesar das circunstâncias, nossa vida está nas mãos de Deus.
E se é Ele quem está no controle, não há o que temer!



Escrito por silvanaelizabete às 21h07
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Pra fazer pensar...

Ao nascer, perdemos o aconchego a segurança e a proteção do útero.
Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos.
Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem.
Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo.
Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a perder.
E seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência da infância.
A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair...
E, ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar.
Por que? Perguntamos a todos e de tudo.
Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.
Estamos crescendo.
Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer.
Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres....
E aprendemos. E vamos adolescendo ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito.
O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos.
Ah, os sonhos!!!
Ganhamos muitos sonhos.
Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo.
Aí, de repente, caímos na real!
Estamos amadurecendo, todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados.
Perdemos a espontaneidade.
Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas, não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais?
E continuamos amadurecendo ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos...
Mas, perdemos peso!!!
Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos - lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e assim, vamos ganhando tempo... enquanto envelhecemos.
De repente, percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas),...ganhamos celulite, estrias.
E perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir.
Perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo.
Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo.
Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer?
Exceto aquele que se faz em vida?
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente.
Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie.
Que tenhamos rugas e boas lembranças.
Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia.
Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos.
E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos e se sintam amados mais do que saibam-se amados.
Afinal, o que é o tempo?
Não é nada em relação à vida...



Escrito por silvanaelizabete às 20h56
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